"Não ande atrás de mim, talvez eu não saiba liderá-lo.

Por favor, nem ande em minha frente, talvez eu não saiba seguí-lo.

Ande ao meu lado, para que juntos possamos crescer e galgar os degraus da Consciência Terrena. "

PROVÉRBIO SIOUX.

sábado, 15 de outubro de 2011

A GRANDE NAÇÃO INDÍGENA DO CANADÁ











As nações indígenas Canadenses

Com uma história que remonta a tempos imemoriáveis, os índios são uma importante e distinta parte da sociedade canadense. Em 1492, Cristóvão Colombo chamou-os por engano de "índios", pois acreditava ter chegado à Índia. Hoje, os índios têm conseguido fazer com que os canadenses se lembrem que uma vez já foram nações auto-sustentáveis, com suas próprias formas de governo. Na verdade, algumas formas tradicionais de governo ainda existem. Os índios canadenses, ou as Primeiras Nações - o termo preferido -, estão passando por um período de transição, uma vez que procuram um renascimento cultural, social, político e econômico.
No Canadá existem quase 540 000 índios registrados ou pessoas que têm o status de índios (cerca de 1.8% do total da população do país). Quando é "registrado", o indivíduo é reconhecido sob a lei federal como índio, com certos direitos, privilégios e benefícios. Cerca de 55% dos índios registrados vivem em áreas específicas de terra, chamadas de reservas, demarcadas para o uso e benefício dos indígenas. Há mais de 2200 reservas espalhadas pelo Canadá para cerca de 605 Primeiras Nações. A maioria localiza-se em zonas rurais, muitas são isoladas e algumas não são habitadas.

As origens

Os antropólogos acreditam que o índio norte-americano tenha migrado da Sibéria, através do Mar de Bering, entre 10 000 a 30 000 anos atrás. Quando os exploradores e colonizadores europeus chegaram, o Canadá era povoado por uma grande diversidade de aborígenes que, dependendo do meio ambiente, viviam de modo nômade ou se assentavam e construíam um estilo de vida; e eram caçadores, pescadores ou lavradores, guerreiros ou pacíficos. Eles compartilhavam - e ainda compartilham - um relacionamento profundo e espiritual com a terra e a vida que ela mantém. A cultura de cada Primeira Nação possuía crenças espirituais e cerimônias distintas, muitas das quais foram preservadas com o passar das gerações pelos mais velhos, através de uma tradição oral.                          

Educação e trabalho

Devido ao fato de muitas Primeiras Nações terem hoje controle sobre a educação nas suas comunidades (em 329 das 363 escolas de reservas), a freqüência escolar aumentou e a taxa de evasão escolar caiu. Mais de 63% dos estudantes indígenas Inuit, de escola elementar a secundária, recebem alguma instrução na sua própria língua.
Quase 22 000 estudantes aborígenes seguiram os estudos pós-secundários em 1992-93 em áreas como comércio, administração de empresas, engenharia, ciências aplicadas e tecnologia. O número de aborígenes com educação pós-secundária e habilidades para empregos condizentes às necessidades do mercado de trabalho de hoje estão aumentando. Os programas do governo também estão melhorando as perspectivas de trabalho e encorajando os aborígenes a prosseguirem com suas carreiras no serviço público federal e no setor privado.

Condições sociais

As condições de vida dos aborígenes, em muitos aspectos, não são tão boas como as da população geral do Canadá. Entretanto, ao longo dos últimos 25 anos, esforços têm sido feitos no sentido de melhorar as condições de vida das comunidades das Primeiras Nações. Hoje, a administração de importantes programas sociais foi transferida para as instituições indígenas. Nos anos 60, muitos aborígenes viviam em habitações seriamente inadequadas, sem eletricidade e saneamento básico. Hoje, mais de 80% das casas têm água e saneamento básico adequados. Virtualmente, existe eletricidade em todas as comunidades. Mais de 30% das atuais moradias foram construídas nos últimos cinco anos e 35% foram reformadas.
Tendo melhorado as condições de vida, a saúde das Primeiras Nações dos canadenses também melhorou consideravelmente. Um melhor acesso à assistência médica de qualidade e um maior envolvimento da comunidade na educação da saúde e na prestação de serviços são fatores que contribuem. O governo federal também está trabalhando com os grupos aborígenes, províncias e territórios para tornar o atual sistema mais sensível à cultura e tradições dos povos aborígenes. As comunidades aborígenes têm chance de desenvolver serviços policiais comunitários que atendem às suas necessidades culturais a aos seus valores.

O meio ambiente

Os aborígenes têm muito a oferecer no esforço de se melhorar o meio ambiente. As Primeiras Nações estão desenvolvendo suas próprias instalações a fim de tratarem dos assuntos ambientais. São parceiros nos programas governamentais de criação de políticas e iniciativas que venham a assegurar o controle responsável e a preservação do meio ambiente.

Cultura

Hoje, a cultura aborígene está sendo reafirmada como a chave para o orgulho e autoconfiança da comunidade. Programas de ensino de línguas, cultura e história aborígenes têm sido instituídos nas escolas. Centros que promovem a cultura, línguas, crenças e práticas dos aborígenes podem ser encontrados por todo o país e estão sendo cada vez mais usados de modo a combater problemas sociais. Os idosos estão mais uma vez desempenhando um papel vital e unindo as gerações.
Inúmeros jornais aborígenes e uma vasta rede de serviços de rádio e televisão aborígene oferecem programação para as suas comunidades, em suas próprias línguas. O trabalho dos artistas aborígenes, cada vez mais, está sendo aceito pela comunidade artística no Canadá e em outros países.

O futuro

Os aborígenes estão assumindo o controle do seu futuro. Cada vez mais, eles estão tendo acesso às oportunidades, como os outros canadenses. O momento para mudanças é claro e forte e mais melhorias podem ser aguardadas para os próximos anos.



Extraído de:

http://www.canadainternational.gc.ca


domingo, 28 de agosto de 2011

PRECE SAUDAÇÃO DO ÍNDIO NORTEAMERICANO...





Ó Grande Espírito, cuja voz ouço nos ventos, cujo sopro anima o mundo, ouça-me: 




Sou pequeno e fraco, preciso de sua força e sabedoria.
Permita que eu caminhe na Beleza, e faça que meus olhos contemplem para sempre o vermelho e a púrpura do sol poente.
Faça com que minhas mãos respeitem todas as coisas que o Senhor criou.
Faça meus ouvidos aguçados para que eu ouça a sua voz.
Faça-me sábio para que eu possa entender tudo aquilo que o Senhor ensinou ao seu povo.
Permita que eu apreenda os ensinamentos que o Senhor escondeu em cada folha, em cada pedra.
Busco força, não para ser maior do que meu amigo, mas para lutar contra meu maior inimigo – eu mesmo.
Permita que eu esteja sempre pronto para ir até o Senhor de mãos limpas e olhar firme.
Assim, quando a minha vida estiver no ocaso, como o sol poente, que meu Espírito possa ir à sua presença, sem nenhuma vergonha. 



Saudação do Índio Norte-americano – praticada na Escola “Nuvem Vermelha”em Pine Ridge, Dakota do Sul.

iMAGENS DO GOOGLE/PINTURA DE ALFREDO RODRIGUEZ

sexta-feira, 12 de agosto de 2011

Editoria:
Quarta-feira, 10 ago 2011 - 07h28 

Cientistas confirmam que elementos do DNA vieram do espaço


Pela primeira vez desde que iniciaram as pesquisas com meteoritos, cientistas estadunidenses encontraram pistas bastante significativas de que alguns dos elementos que formam o DNA têm realmente origem extraterrestre. A descoberta ajuda a sustentar a teoria de que o "kit" para a criação da vida da Terra veio pronto do espaço e foi aqui entregue por colisões da Terra com cometas e meteoritos.




Os componentes do DNA são encontrados em meteoritos desde 1960, mas essa é a primeira vez que a origem do material foi confirmada como de origem externa e isenta de possíveis contaminações por elementos da vida terrestre. O estudo foi publicado por pesquisadores da agência espacial americana, NASA, na edição desta semana da revista Proceedings of the National Academy of Sciences.
De acordo com o paper (trabalho científico), os componentes adenina, guanina, hipoxantina e xantina foram e encontradas em 12 amostras de meteoritos pesquisados e três fatores levaram os cientistas a acreditar que os elementos não são de origem terrestre.
Evidências
O primeiro fator foi a detecção de traços de três moléculas relacionadas às moléculas de nucleotídeos: purina, 2,6 diaminopurina, e 6,8 diaminopurina, compostos análogos aos nucleotídeos. Segundo o estudo, as duas últimas são raramente usadas em processos biológicos, portanto não originadas por contaminação terrestre.
A segunda evidência surgiu após a comparação do solo próximo ao local onde foi encontrado o meteorito de Murchison, na Austrália e um bloco de gelo de oito quilos recolhido na Antártida, na mesma região onde foi coletado outro meteorito. Utilizando os mesmos métodos de análise os pesquisadores não detectaram na amostra do gelo polar qualquer evidência dos compostos análogos aos nucleotídeos e apenas taxas muito mais baixas de hipoxantina e xantina.
A terceira e última evidência da procedência extraterrestre desses elementos foi a descoberta de que tanto os nucleotídeos biológicos como os não-biológicos foram formados em uma reação química inteiramente não-biológica, que os cientistas conseguiram reproduzir em laboratório.

Outros estudos
O meteorito de Murchison caiu na Austrália em 28 de setembro de 1969 e sua idade estimada é de 4.65 bilhões de anos, talvez mais antigo o próprio Sistema Solar.

meteorito de Murchison
Clique para ver a animação
Um estudo publicado na revista Earth and Planetary Science Letters em 2008 confirmou que análises feitas no meteorito indicavam a presença de xantina e uracila, duas substâncias necessárias para a formação de DNA e RNA, moléculas essenciais para formação da vida na Terra. O estudo também mostrava que os átomos de carbono encontrados no meteorito de Murchison eram de um tipo raro na Terra, o que praticamente garantia que as moléculas encontradas haviam se formado no espaço.
"Na Terra, todas as reações químicas envolvendo carbono usam uma forma leve do elemento, o carbono 12 (C-12), mas as reações químicas que ocorrem no espaço envolvendo carbono usam uma forma mais pesada, o C-13", explicou na ocasião a cientista portuguesa Zita Martins, ligada ao Imperial College, de Londres, principal autora do estudo.
"Quando analisamos moléculas orgânicas presentes em meteoritos, podemos saber se são de fato extraterrestres ou simples contaminação terrestre. Estes resultados demonstram que compostos orgânicos, que são componentes do código genético na bioquímica moderna, já estavam presentes nos primórdios do sistema solar e podem ter desempenhado um papel muito importante na origem da vida", disse a pesquisadora.

Foto: No topo, meteorito de Murchison, com idade estimada de 4.69 bilhões de anos. No detalhe, fragmento do meteorito é analisado em laboratório. Crédito: Wikimedia Commons/Apolo11.com
 

terça-feira, 26 de julho de 2011

INTENSA TEMPESTADE NA ARGENTINA...FRENTE FRIA AVANÇA SOBRE RS.




Terça-feira 26/07/2011 

Frente que fez estragos na Argentina chega ao Estado

Violento temporal atingiu a capital argentina e a Grande Buenos Aires nesta segunda-feira. A tempestade começou no fim da tarde e arrancou árvores, causou estragos, deixou feridos. Em La Plata, um homem morreu ao ter o carro atingido por uma árvore. Granizo de até 5 centímetros caiu em Buenos Aires e arredores. O temporal prejudicou o trânsito nas rodovias que dão acesso à cidade ao provocar a queda de placas publicitárias, que voaram sobre as pistas. Além disso, serviço de trens, segundo o jornal Clarín, registraram atrasos. Houve feridos durante o intenso temporal.(Extraído do SITE da METSUL

quinta-feira, 14 de julho de 2011

AURORA BOREAL NOS CÉUS DA ISLÂNDIA...




Na noite dessa imagem, o céu exibia fantásticos tons de verde sobre o Jökulsárlón, o maior lago glacial do país. A figura ganhou, há dois meses, um concurso internacional de paisagens astrofotográficas. O fotógrafo combinou seis posições para captar não apenas os dois aneis verdes da aurora boreal, como também seus reflexos no lago sereno.
Visíveis ao fundo da imagem estão componentes da Via Láctea, os Aglomerados de Plêiades e a galáxia de Andrômeda.
(http://hypescience.com


Por Bruno Calzavara em 18.05.2011 as 22:30

DADOS SOBRE O PUYEHUE...


A potência da erupção do complexo vulcânico chileno Puyehue-Cordón Caulle foi equivalente à energia liberada por 70 bombas atômicas ou a 2% da potência elétrica mundial, segundo um estudo publicado nesta quarta-feira por pesquisadores argentinos.
Três físicos da Universidade Nacional de Río Negro, uma das províncias argentinas mais afetadas pelo vulcão, calcularam que o vulcão expulsou 100 milhões de toneladas de cinza, areia e pedras, "uma quantidade comparável à carga de 24 milhões de caminhões de transporte".
No estudo publicado no portal da universidade, levantaram como hipótese que a área coberta pelo material expulso pelo vulcão é de 1,7 mil km², com uma espessura média de 10 cm. No dia 4 de junho, o complexo vulcânico, situado na Cordilheira dos Andes, fronteira entre Argentina e Chile, entrou em uma atividade que expulsou cinzas e outros materiais durante cinco horas "com uma altura média de 5 mil m".
A energia necessária para elevar essa massa de materiais a tal altura foi de mil quilotons, equivalente à energia liberada por 70 bombas nucleares, calcularam os analistas, dois deles membros do Conselho Nacional de Pesquisas Científicas e Técnicas e da Comissão Nacional de Energia Atômica.
"A magnitude da energia posta em jogo neste fenômeno geológico é equivalente a 12 vezes a potência elétrica instalada na Argentina ou a 2% da potência elétrica mundial", destacaram. Os pesquisadores explicaram que fizeram este estudo a partir da óptica aplicada por Enrico Fermi (1901-1954), físico italiano reconhecido, entre outros motivos, por ter desenvolvido o primeiro reator nuclear, em 1942.
EFE/Daniel Basualto